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24.02.2018

Euribor: indexante a 3 meses repete valor da última sessão

Mantendo o valor das últimas sessões, taxa Euribor a 1 mês continua estável nos -0,37. O mesmo se verifica com a taxa a 3 meses, a mais usada nos créditos atribuídos a empresas, que permanece nos -0,328% registados na última sessão.

23.02.2018

Euribor: indexante a 3 meses retoma sentido ascendente

Mantendo o valor das últimas sessões, taxa Euribor a 1 mês continua estável nos -0,37. Registando uma subida de 0,001 pontos percentuais, a taxa indexada a 3 meses, a mais vulgar nos créditos a empresas, fixa-se em -0,328% iniciando assim uma nova subida.

22.02.2018

Euribor: taxa a 12 meses regressa às subidas

Nesta sessão, a taxa Euribor a 1 mês manteve o valor anteriormente registado de -0,37%. Também inalterada, a taxa Euribor a 3 meses repete mais uma vez o valor das sessões anteriores, mantendo-se nos -0,329.

21.02.2018

Euribor: estabilidade registada na taxa a 12 meses

De novo em queda, a taxa 1 mês sofreu uma descida fixando-se nos -0,37%. A taxa Euribor a 3 meses, não sofreu alterações relativamente à última sessão, mantendo-se nos -0,329%.

20.02.2018

Euribor: 3 meses inicia queda

A taxa indexada a 1 mês, mantém-se uma vez mais estável nos -0,369%. A taxa Euribor a 3 meses, a mais usada nos créditos atribuídos a empresas, regista uma queda de 0,001 pontos percentuais para os -0,329%.

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17.07.2017 11:02

60% das despesas das famílias são em habitação, transportes e alimentação - 2015 / 2016

Orçamentos Familiares

De acordo com os dados definitivos do Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, a despesa total anual média dos agregados familiares foi de 20 363€, menos 28€ do que a despesa média obtida em 2010/2011 (20 391€). Em conjunto, as três principais componentes da despesa (habitação, alimentação e transportes) concentravam 60,3% da despesa total anual média das famílias residentes em Portugal em 2015/2016 ou seja mais 3,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao início da década (57,0%).
A despesa total anual média dos agregados com crianças dependentes (25 254€) era cerca de 44% superior à dos agregados sem crianças dependentes (17 494€).
Por região NUTS II, apenas o valor da despesa anual média da Área Metropolitana de Lisboa (23 148€) ultrapassava a média da despesa nacional (20 363€). O valor médio mais baixo situava-se em 16 856€, registado na Região Autónoma dos Açores.
Nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira registaram-se em 2014 taxas de risco de pobreza subjacente ao rendimento total  superiores a 20%. Estas duas regiões, a par da Área Metropolitana de Lisboa, registavam também coeficientes regionais de desigualdade superiores ao valor nacional.
Os rendimentos não monetários tiveram em 2014 um papel “equalizador” e de atenuação do fenómeno da pobreza e da exclusão social. Os rendimentos não monetários, correspondentes a autoconsumo, autoabastecimento, autolocação e recebimentos e salários em géneros, com um peso de 22,2% no rendimento total das famílias, permitiram uma redução de 3,4 p.p. no coeficiente de Gini e de 3,3 p.p. na taxa de risco de pobreza em 2014.
Faz-se notar que os dados relativos à despesa são definitivos, refletindo apenas ajustamentos face aos provisórios, divulgados em dezembro de 2016; os dados relativos ao rendimento total, pobreza e desigualdade, e a bens de conforto, são agora divulgados pela primeira vez.



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Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
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Associações de pais do distrito de Aveiro: cumprimento com as obrigações contabilísticas e fiscais

As Associações de Pais enquadram-se no âmbito das Entidades do Setor Não Lucrativo (ESNL), assumindo atualmente uma importante expressão no âmbito daquele setor.
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Exames de avaliação profissional de admissão à ordem dos contabilistas certificados: matérias estatutárias e deontológicas (2013-2016)

O artigo dirige-se, especialmente, aos estudantes de cursos superiores de contabilidade.
Pretende firmar-se como um documento que facilite o estudo de um candidato à profissão de contabilista certificado (CC). O paper assume o objetivo pedagógico-didático de dar a conhecer as questões mais representativas de matérias estatutárias e deontológicas apresentadas nos exames de avaliação profissional para o ingresso na Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). De um total de 116 questões evidenciadas nos exames de 2013 a 2016, foram selecionadas as 10 mais frequentes perguntas.

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Os consórcios empresariais podem ser observados pelas óticas económica, jurídica, administrativa. Todavia, a generalidade dos estudos publicados em Portugal tem desenvolvido o tema de uma forma parcelar, não tendo surgido, até ao momento, uma investigação integradora. Esta constatação motivou-nos a desenvolver uma pesquisa com o objetivo de conceber uma abordagem global desta figura empresarial. Para o efeito, utilizando uma metodologia comparativa das diferentes pesquisas nacionais e internacionais, já devidamente consolidadas sobre o tema, pretendemos construir dedutivamente uma visão geral sobre esta problemática, suscetível de ser utilizada pelos diferentes agentes envolvidos nesta forma de contratualização informal, como instrumento conceptual e de ação.

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Breves notas sobre o IRPC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas de Cabo Verde

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