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22.09.2017

Euribor: taxa a 3 meses regressa às quedas

Mantendo-se inalterado, o indexante a 1 mês continua estável nos -0,373%. Agora em queda, registando uma descida de 0,001 pontos percentuais, a taxa indexada a 3 meses, fixa-se em -0,33%.

21.09.2017

Euribor: indexante a 3 meses retoma sentido ascendente

Mantendo o valor das últimas sessões, taxa Euribor a 1 mês continua estável nos -0,373. Com um crescimento de 0,001 pontos percentuais, a taxa a 3 meses, a mais usada nos créditos atribuídos a empresas, sobe para os -0,329%.

20.09.2017

Euribor: 6 meses inicia queda

No que respeita ao indexante a 1 mês, a taxa não sofreu alterações relativamente à última sessão e mantém-se nos -0,373%. De novo em queda, a taxa 3 meses, a mais vulgar nos créditos a empresas, sofreu uma descida fixando-se nos -0,33%.

20.09.2017

Taxa de juro e prestação média vencida subiram - Agosto de 2017

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,014% em agosto, valor superior em 0,5 pontos base (p.b.) ao observado em julho (1,009%). A prestação média vencida foi 239 euros, 1 euro mais que no mês anterior.

20.09.2017

Taxa de variação homóloga do índice de preços da habitação foi 8,0% - 2.º Trimestre de 2017

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 8,0% no segundo trimestre de 2017, um valor superior em uma décima de ponto percentual ao registado no primeiro trimestre de 2017.

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17.07.2017 11:02

60% das despesas das famílias são em habitação, transportes e alimentação - 2015 / 2016

Orçamentos Familiares

De acordo com os dados definitivos do Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, a despesa total anual média dos agregados familiares foi de 20 363€, menos 28€ do que a despesa média obtida em 2010/2011 (20 391€). Em conjunto, as três principais componentes da despesa (habitação, alimentação e transportes) concentravam 60,3% da despesa total anual média das famílias residentes em Portugal em 2015/2016 ou seja mais 3,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao início da década (57,0%).
A despesa total anual média dos agregados com crianças dependentes (25 254€) era cerca de 44% superior à dos agregados sem crianças dependentes (17 494€).
Por região NUTS II, apenas o valor da despesa anual média da Área Metropolitana de Lisboa (23 148€) ultrapassava a média da despesa nacional (20 363€). O valor médio mais baixo situava-se em 16 856€, registado na Região Autónoma dos Açores.
Nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira registaram-se em 2014 taxas de risco de pobreza subjacente ao rendimento total  superiores a 20%. Estas duas regiões, a par da Área Metropolitana de Lisboa, registavam também coeficientes regionais de desigualdade superiores ao valor nacional.
Os rendimentos não monetários tiveram em 2014 um papel “equalizador” e de atenuação do fenómeno da pobreza e da exclusão social. Os rendimentos não monetários, correspondentes a autoconsumo, autoabastecimento, autolocação e recebimentos e salários em géneros, com um peso de 22,2% no rendimento total das famílias, permitiram uma redução de 3,4 p.p. no coeficiente de Gini e de 3,3 p.p. na taxa de risco de pobreza em 2014.
Faz-se notar que os dados relativos à despesa são definitivos, refletindo apenas ajustamentos face aos provisórios, divulgados em dezembro de 2016; os dados relativos ao rendimento total, pobreza e desigualdade, e a bens de conforto, são agora divulgados pela primeira vez.



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Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Outras notícias
Revista Portuguesa de Contabilidade

11.04.2017

Contabilidade | Financeira

Maria do Rosário dos Santos

A contabilidade pública em Portugal: atualidade e desafios futuros

Os referenciais de contabilidade pública existentes em Portugal têm sido objeto de debate devido à sua fragmentação e dificuldade de consolidação e controlo do Orçamento de Estado. Este estudo tem por objetivo apresentar um breve percurso pelos referenciais de contabilidade pública existentes atualmente em Portugal e pelas questões que lhe estão subjacentes, nomeadamente o papel da interpretação das contas públicas nas decisões governamentais e na implementação de políticas públicas e a lógica de funcionamento dos referenciais contabilísticos. Desenha-se o futuro da contabilidade pública no âmbito do novo referencial contabilístico, o SNC-AP, e da sua natureza agregadora que procura extinguir a fragmentação atual da contabilidade pública e da sua organização, espelhando o negócio da administração pública através de Normas de Contabilidade Pública (NCP). Finalmente, serão referidos os desafios que se avizinham para a implementação do novo paradigma da Contabilidade Pública.

29.03.2017

Gestão

Kai Zabel | Pedro Moreira | Tom Bangemann

Role of shared services organizations, evolution and future trends

Pedro Moreira: How do you see the evolution of the SSO’s in the past 10 years, and how do you see their role today in the organizations?
Tom Bangemann: We’ve been talking this shared service or global business services topic now for about 20+ years. We’ve got quite some development over those 20 years and obviously, depending on who you talk to today, there are people who started yesterday and they will have very different views and very different questions from somebody who started 20 years ago. Nevertheless, it’s a significant transformation in terms of the topic itself because when we started it was obviously for, in most cases, individual’s models of shared service centres on transactional activities mostly in accounting, which was what it was mostly in the beginning.

09.03.2017

Finanças

Carlos Jeremias Pinto | Paula Gomes dos Santos

Estudo comparativo dos regimes financeiros das autarquias locais (LFL2007 vs RFALEI) e implicações na sua capacidade de endividamento

O novo regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais (RFALEI), aprovado pela Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, entrou em vigor a 1 de janeiro de 2014 e revogou a Lei das Finanças Locais (LFL2007), Lei n.º 2/2007, de 15 de janeiro, introduzindo alterações ao nível do apuramento do endividamento municipal.
A presente investigação pretendeu identificar e compreender as principais alterações introduzidas pelo novo RFALEI face à LFL2007 e estudar em que medida estas transformações poderão afetar o acesso dos municípios ao endividamento.

23.02.2017

Contabilidade | Financeira

Rui Miguel Canha | Tânia Alves de Jesus

Impactos contabilísticos com a transição para as NCRF

Em janeiro de 2010 entrou em vigor um novo modelo de normalização contabilística denominado Sistema de Normalização Contabilística, que revogou o Plano Oficial de Contabilidade.
Na transição do Plano Oficial de Contabilidade para o Sistema de Normalização Contabilística, as entidades prepararam um balanço de abertura de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro. Este balanço garantia a comparabilidade das primeiras demonstrações financeiras preparadas e apresentadas em Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro.

10.02.2017

Contabilidade | Financeira

Alexandra Domingos | Manuela Duarte | Manuela Sarmento

Desenvolvimento de competências gerais e específicas nos cursos superiores do 1º ciclo de contabilidade: percepção dos estudantes finalistas

Nos últimos anos, todos os cursos superiores em Portugal depararam com alterações significativas relativamente aos anteriores modelos de ensino e os cursos de contabilidade não foram exceção. A adoção do processo de Bolonha implica uma mudança de paradigma educacional que promove sistemas curriculares centrados no estudante, nas aprendizagens ativas e no desenvolvimento de competências. O processo de Bolonha ergueu assim, todo um modelo de aprendizagem, que tem por detrás preocupações ao nível da empregabilidade dos diplomados pelas instituições do ensino superior (IES).

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Autores

Maria do Rosário dos Santos

Doutoranda em Políticas Públicas no ISCTE-IUL, licenciada em Organização e Gestão de Empresas e mestre em Ciências do Trabalho e Relações Laborais, Contabilista Certificada e Investigadora em Políticas Públicas na Universidade NOVA IMS, no Projeto Exploratório da FCT IF/00827/2013/CP1169/CT0001 Governance Models and the Delivery of Public Services: Political Influence and Corporate Performance.

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