21.09.2019 Euribor: taxa a 3 meses inicia subidaSeguindo a tendência decrescente registada na anterior sessão, a taxa Euribor a 1 mês fixa-se em -0,454%. A taxa Euribor a 3 meses, a mais usada nos créditos atribuídos a empresas, inicia uma subida de 0,003 pontos percentuais para os -0,393%. 20.09.2019 Euribor: 12 meses regista subidaDe novo em queda, a taxa 1 mês sofreu uma descida fixando-se nos -0,45%. No que respeita ao indexante a 3 meses, a mais vulgar nos créditos a empresas, a taxa não sofreu alterações relativamente à última sessão e mantém-se nos -0,396%. 19.09.2019 Euribor: taxa a 3 meses inicia subidaA taxa indexada a 1 mês, sobe uma vez mais, agora para os -0,438%, reflectindo uma subida de 0,009 pontos percentuais. Registando também uma subida de 0,002 pontos percentuais, a taxa Euribor a 3 meses, a mais usada nos créditos atribuídos a empresas, fixou-se nos -0,396%. 18.09.2019 Euribor: indexante a 3 meses novamente em quedaA registar nova subida, a taxa Euribor a 1 mês fixa-se em -0,447%, mais 0,002 pontos percentuais que a sessão anterior. Agora em queda, registando uma descida de 0,004 pontos percentuais, a taxa indexada a 3 meses, fixa-se em -0,398%. 17.09.2019 Euribor: 6 meses regista subidaCom um crescimento de 0,006 pontos percentuais, a taxa a 1 mês sobe para os -0,449%. Registando também uma subida de 0,039 pontos percentuais, a taxa Euribor a 3 meses fixou-se nos -0,394%. Mais... |
Autores
Andreia Sofia Neves de SousaFormação Académica Conteúdos deste autor Revista Portuguesa de Contabilidade 18.03.2019 Liliana Cristina de Almeida Pinto | Manuela Duarte | Manuela Sarmento | Tânia Alves de Jesus Normalização em ética e em responsabilidade social Ao longo dos últimos anos a ética adquiriu alguma popularidade e mediatização, no entanto ainda existe determinado desconhecimento dos conceitos e das principais bases em que esta assenta. A ética está presente na vida de todos os seres humanos quando agem, decidem e ponderam sobre o rumo que têm que seguir ou apenas sobre o que devem fazer. 11.03.2019 A economia digital: o enquadramento, os problemas e os desafios que se colocam aos sistemas fiscais No século XXI assiste-se ao desenvolvimento da economia digital e ao crescimento exponencial dos lucros gerados por algumas empresas digitais, o que em conjunto com vários problemas que se colocam na definição da base tributária dos bens digitais, da qual vem resultando a erosão tributária e a utilização de modelos de deslocalização dos lucros das sociedades da economia digital, resultou num apelo para a atualização do sistema fiscal internacional aplicável à economia digital. A tarefa não se apresenta de fácil equação, encerrando vários problemas e desafios, tendo em consideração que a falta de consenso multilateral torna pouco viável a adoção de soluções unilaterais de tributação da economia digital. Nesse âmbito, existe o risco de aumentar desmesuradamente a carga fiscal sobre as empresas. Assim, no presente artigo desenvolve-se as linhas a seguir para a tributação da economia digital, nomeadamente, por via da tributação da recolha de dados pessoais, em que se analisa a criação de um imposto específico unitário. Seguidamente, analisam-se os efeitos económicos potenciais da tributação sobre a economia digital, bem como os efeitos ao nível da privacidade e da concorrência, quer entre plataformas digitais, quer no âmbito da concorrência internacional. Daqui se concluirá pela necessidade de definir as características da atividade digital, com vista a concetualizar a criação de valor e a função de produção de serviços, nomeadamente, no mercado de dados pessoais. No que respeita aos efeitos económico concluiremos pela necessidade de implementação de um sistema fiscal específico para a economia digital, com fundamento no princípio da justiça, mas sempre ancorado no estudo e aplicação cuidadosa de soluções, para evitar danos colaterais ao nível da redução da atividade económica e do investimento estratégico. 01.03.2019 O regime jurídico das férias - análise à lupa A análise ao regime jurídico das férias é retratada neste artigo com o intuito de procurar desmitificar zonas legislativas cinzentas, acrescentando pontos doutrinais sobre questões que nos parecem omissas. 22.02.2019 Ana Cecília Cardoso | Daniel Maia Guedes Este artigo apresenta uma abordagem teórica da problemática da manipulação contabilística em Portugal, destacando alguns dos principais mecanismos que as empresas têm ao dispor para o fazerem. Adicionalmente, destacam-se também as motivações das pequenas e médias empresas portuguesas para procederem à manipulação contabilística sendo que estas podem ter efeitos contrários. Se, por um lado, as empresas tendem a despoletar mecanismos para reduzir os seus resultados com vista a minimizar o imposto sobre o rendimento a pagar, por outro lado, nos casos em que exista uma dependência considerável de financiamento das instituições financeiras, as empresas têm incentivo a apresentar bons resultados para terem acesso ao financiamento a custos mais baixos e nas quantidades que necessitam. 19.02.2019 Florbela Teixeira | Patrícia Anjos Azevedo A questão a analisar no presente contributo prende-se com a incidência do Imposto do Selo (IS) nas garantias das obrigações, nomeadamente na hipoteca e no penhor, no âmbito da ação executiva, embora com mais incidência sobre a primeira, face à conversão da penhora, realizado que se mostre o acordo de pagamento pelas partes. |
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Pedro Moreira General Ledger Accountant at CHAMP Cargosystems in Luxembourg. Master in Business Management by Instituto Superior de Gestão focusing on Shared Services implementation and migration. Contabilista Certificado and Diploma in Management Accounting by the Chartered Institute of Management Accountants (CIMA). Newsletters
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