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    <title>Revista Portuguesa de Contabilidade</title>
    <link>https://rpc.informador.pt/</link>
    <description>Artigos publicados no portal da Revista Portuguesa de Contabilidade</description>
    <language>pt-pt</language>
    <managingEditor>redacao@informador.pt</managingEditor>
    <webMaster>di@informador.pt</webMaster>
    <copyright>© 1935-2019 O Informador Fiscal </copyright>
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        <title>Revista Portuguesa de Contabilidade</title>
        <link>https://rpc.informador.pt/</link>
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    <ttl>60</ttl>
    <pubDate>Mon, 18 Mar 2019 16:19:09 GMT</pubDate>
    <lastBuildDate>Sun, 22 Set 2019 22:23:50 GMT</lastBuildDate>
<item>
<title>Normaliza&#231;&#227;o em &#233;tica e em responsabilidade social</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1E4.010A/Normalizacao-em-etica-e-em-responsabilidade-social</link>
<description><![CDATA[Ao longo dos últimos anos a ética adquiriu alguma popularidade e mediatização, no entanto ainda existe determinado desconhecimento dos conceitos e das principais bases em que esta assenta. A ética está presente na vida de todos os seres humanos quando agem, decidem e ponderam sobre o rumo que têm que seguir ou apenas sobre o que devem fazer.<br>
Esta investigação aborda, por um lado, a ética enquanto filosofia moral e aplicada às empresas, a motivação e a inteligência emocional como fatores de sucesso das empresas. Por outro lado, descreve o conceito de Responsabilidade Social das empresas relacionando-o com a teoria das Partes Interessadas. Posteriormente apresenta a normalização em ética e em RS das empresas. Constata-se, por um lado, que as empresas precisam de valores e princípios orientadores das suas ações, sendo fundamental que os gestores, de forma individual, decidam de acordo com esses princípios. Por outro lado, que existem normas de valores éticos e princípios que salvaguardam os interesses das diferentes partes interessadas mas que funcionam apenas como guia de orientação para a integração da RS nas organizações.<br /><i>Por Manuela Duarte, Liliana Cristina de Almeida Pinto, Tânia Alves de Jesus e Manuela Sarmento</i> ]]></description>
<category>Gest&#227;o</category>
<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 16:19:09 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>A economia digital: o enquadramento, os problemas e os desafios que se colocam aos sistemas fiscais</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1E3.010A/A-economia-digital-o-enquadramento-os-problemas-e-os-desafios-que-se-colocam-aos-sistemas-fiscais</link>
<description><![CDATA[<img align="right" src="https://rpc.informador.pt//img/?t=autor&amp;k=4D7A74AF-8470-4D06-B5FA-D93F3ED4518E" type="image/*" width="100" />No século XXI assiste-se ao desenvolvimento da economia digital e ao crescimento exponencial dos lucros gerados por algumas empresas digitais, o que em conjunto com vários problemas que se colocam na definição da base tributária dos bens digitais, da qual vem resultando a erosão tributária e a utilização de modelos de deslocalização dos lucros das sociedades da economia digital, resultou num apelo para a atualização do sistema fiscal internacional aplicável à economia digital. A tarefa não se apresenta de fácil equação, encerrando vários problemas e desafios, tendo em consideração que a falta de consenso multilateral torna pouco viável a adoção de soluções unilaterais de tributação da economia digital. Nesse âmbito, existe o risco de aumentar desmesuradamente a carga fiscal sobre as empresas. Assim, no presente artigo desenvolve-se as linhas a seguir para a tributação da economia digital, nomeadamente, por via da tributação da recolha de dados pessoais, em que se analisa a criação de um imposto específico unitário. Seguidamente, analisam-se os efeitos económicos potenciais da tributação sobre a economia digital, bem como os efeitos ao nível da privacidade e da concorrência, quer entre plataformas digitais, quer no âmbito da concorrência internacional. Daqui se concluirá pela necessidade de definir as características da atividade digital, com vista a concetualizar a criação de valor e a função de produção de serviços, nomeadamente, no mercado de dados pessoais. No que respeita aos efeitos económico concluiremos pela necessidade de implementação de um sistema fiscal específico para a economia digital, com fundamento no princípio da justiça, mas sempre ancorado no estudo e aplicação cuidadosa de soluções, para evitar danos colaterais ao nível da redução da atividade económica e do investimento estratégico.<br /><i>Por Rui Miguel Zeferino Ferreira</i> ]]></description>
<category>Economia</category>
<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 16:19:07 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O regime jur&#237;dico das f&#233;rias - an&#225;lise &#224; lupa</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1E2.010A/O-regime-juridico-das-ferias-analise-a-lupa</link>
<description><![CDATA[A análise ao regime jurídico das férias é retratada neste artigo com o intuito de procurar desmitificar zonas legislativas cinzentas, acrescentando pontos doutrinais sobre questões que nos parecem omissas.<br>
Ao longo desta exposição abordar-se-á o regime geral e as regras especiais do direito a férias, recordando alguns princípios básicos, e os efeitos da suspensão do contrato, mitigando todos os pontos passíveis de reflexão.<br>
Posteriormente recorre-se à análise do regime do gozo das férias e a as possibilidades legalmente previstas para a sua renúncia parcial. Por último, escrutina-se a relevância da cessação do contrato de trabalho no direito a férias e as consequências da violação deste direito constitucionalmente previsto.<br /><i>Por Sérgio Tomás e David Falcão</i> ]]></description>
<category>Trabalho</category>
<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 16:19:05 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>A problem&#225;tica da manipula&#231;&#227;o contabil&#237;stica em Portugal: da teoria &#224; pr&#225;tica. Deprecia&#231;&#245;es e amortiza&#231;&#245;es - um estudo econom&#233;trico</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1E1.010A/A-problematica-da-manipulacao-contabilistica-em-Portugal-da-teoria-a-pratica-Depreciacoes-e-amortizacoes-um-estudo-econometrico</link>
<description><![CDATA[Este artigo apresenta uma abordagem teórica da problemática da manipulação contabilística em Portugal, destacando alguns dos principais mecanismos que as empresas têm ao dispor para o fazerem. Adicionalmente, destacam-se também as motivações das pequenas e médias empresas portuguesas para procederem à manipulação contabilística sendo que estas podem ter efeitos contrários. Se, por um lado, as empresas tendem a despoletar mecanismos para reduzir os seus resultados com vista a minimizar o imposto sobre o rendimento a pagar, por outro lado, nos casos em que exista uma dependência considerável de financiamento das instituições financeiras, as empresas têm incentivo a apresentar bons resultados para terem acesso ao financiamento a custos mais baixos e nas quantidades que necessitam.<br /><i>Por Daniel Maia Guedes e Ana Cecília Cardoso</i> ]]></description>
<category>Economia</category>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 16:19:03 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O Imposto do Selo na convers&#227;o da penhora em hipoteca ou penhor e a responsabilidade, perante a AT, do agente de execu&#231;&#227;o</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1E0.010A/O-Imposto-do-Selo-na-conversao-da-penhora-em-hipoteca-ou-penhor-e-a-responsabilidade-perante-a-AT-do-agente-de-execucao</link>
<description><![CDATA[A questão a analisar no presente contributo prende-se com a incidência do Imposto do Selo (IS) nas garantias das obrigações, nomeadamente na hipoteca e no penhor, no âmbito da ação executiva, embora com mais incidência sobre a primeira, face à conversão da penhora, realizado que se mostre o acordo de pagamento pelas partes.<br>
Com a entrada em vigor do novo CPC, as garantias especiais das obrigações, que são os meios destinados a reforçar a posição jurídica do credor, vieram a ganhar maior relevância.<br>
Tal permitiu ao legislador que, com a celebração de acordo nos autos do processo executivo, o mesmo fosse declarado extinto, mas, para tal, ofereceu uma garantia ao exequente quanto ao bom cumprimento do acordo.<br /><i>Por Florbela Teixeira e Patrícia Anjos Azevedo</i> ]]></description>
<category>Fiscalidade\Patrim&#243;nio</category>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 16:19:01 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O Imposto Ambiental como instrumento de desenvolvimento sustent&#225;vel</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DF.010A/O-Imposto-Ambiental-como-instrumento-de-desenvolvimento-sustentavel</link>
<description><![CDATA[O tema escolhido para este trabalho de investigação, não foi feito por acaso, não é fruto de uma pura simpatia para com as matérias que se aborda, foi sim, escolhido pela sua atualidade e pertinência, pois, as questões ambientais afetam todos sem exceção e urge encontrar soluções que possibilitem proteger o nosso bem mais precioso, o ambiente, bem esse, que é essencial à sobrevivência de todos os seres vivos, sem exceção, ao mesmo tempo que se assegura o desenvolvimento da Sociedade.<br>
Temos consciência de que o nosso Planeta é único, por isso, tem que se encontrar uma forma de satisfazer as nossas necessidades sem, no entanto, se afetar a capacidade de as gerações futuras satisfazerem, elas próprias, as suas. Foi esta a ideia que serviu de ponto de partida para a elaboração deste trabalho. Trata-se de um estudo que tem como propósito encontrar uma ligação entre o Direito Fiscal, expresso na figura dos Impostos Ambientais, e o Desenvolvimento Sustentável.<br /><i>Por Daniel Maia Guedes e Ana Cecília Cardoso</i> ]]></description>
<category>Fiscalidade\Outros</category>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2019 15:52:18 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Quest&#245;es pertinentes no &#226;mbito do direito fiscal europeu e internacional: em especial, alguns destaques (e conex&#245;es) a prop&#243;sito do conceito de benefici&#225;rio efetivo</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DE.010A/Questoes-pertinentes-no-ambito-do-direito-fiscal-europeu-e-internacional-em-especial-alguns-destaques-e-conexoes-a-proposito-do-conceito-de-beneficiario-efetivo</link>
<description><![CDATA[<img align="right" src="https://rpc.informador.pt//img/?t=autor&amp;k=D7349971-4588-4BEE-AE41-B0F18531FFC6" type="image/*" width="100" />Atentas as panorâmicas europeias e internacionais atuais, bem como os acontecimentos dos últimos anos, as instituições europeias e as organizações internacionais continuam a focar a sua atenção em questões tais como o abuso, a evasão e a fraude fiscal.<br>
É neste contexto que se destacam os trabalhos da OCDE, principalmente através do Relatório BEPS, por meio do qual torna-se clara a necessidade, por um lado, de encontrar um “<i>standard</i>” fiscal internacional no sentido de evitar a concorrência fiscal prejudicial; e, por outro, de criar mecanismos de cooperação dinâmicos, que possam ir para além das normas positivadas e da sua desejável estabilidade e segurança jurídicas.<br /><i>Por Beatriz Simões Napoleão de Azevedo</i> ]]></description>
<category>Direito</category>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 13:23:03 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O ICAAP e os modelos de avalia&#231;&#227;o do risco</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DD.010A/O-ICAAP-e-os-modelos-de-avaliacao-do-risco</link>
<description><![CDATA[A crise financeira de 2008 veio fazer sentir a necessidade de controlar mais o sistema financeiro, quer em termos de posicionamento no mercado, quer em termos de regras e procedimentos a cumprir por forma a dar segurança às economias.<br>
O Processo de Avaliação da Adequação do Capital Interno das Instituições (ICAAP) (denominado em inglês por The Internal Capital Adequacy Assessment Process) (realizado pelo banco) é uma avaliação interna baseada no risco dos requisitos de capital e recursos, sendo um desafio do ICAAP e dos processos subjacentes, assegurar esta tarefa de forma eficiente e eficaz.<br /><i>Por Ana Patrícia Pinto, Adalmiro Andrade Pereira e Eduardo Sá e Silva</i> ]]></description>
<category>Finan&#231;as</category>
<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 12:26:46 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>A responsabilidade civil extracontratual do Estado por erro judici&#225;rio</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DC.010A/A-responsabilidade-civil-extracontratual-do-Estado-por-erro-judiciario</link>
<description><![CDATA[Ao Estado, cabe assegurar a efetivação do poder jurisdicional, através da criação de um sistema de justiça que consagre o princípio de Estado de Direito. Todavia, nenhuma instituição poderá funcionar sem ser responsável perante a sociedade dos atos praticados com erros, ou omissão deles, dos resultados sérios prejuízos para os seus beneficiários <br>
O capítulo III da Lei 67/2007 de 31 de dezembro – RRCEE, que tem a epigrafe “Responsabilidade Civil por danos decorrentes da função jurisdicional” veio estabelecer um regime de responsabilidade do Estado no âmbito daquela função, mais concretamente o prescrito nos artigos 12.º a 14.º da citada Lei. A referida lei 61/2007 veio consagrar duas realidades que já vinham sendo consideradas pela jurisprudência, ou seja, a contraposição entre a administração judiciária em si, e a reserva do jurisdicional.<br /><i>Por Maria do Rosário Anjos e Ricardo M. Oliveira</i> ]]></description>
<category>Direito</category>
<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 17:27:14 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O conceito de massa insolvente, as classes de cr&#233;ditos sobre a insolv&#234;ncia e a respetiva reclama&#231;&#227;o no &#226;mbito do processo de insolv&#234;ncia: an&#225;lise jur&#237;dica e tratamento contabil&#237;stico e fiscal</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DB.010A/O-conceito-de-massa-insolvente-as-classes-de-creditos-sobre-a-insolvencia-e-a-respetiva-reclamacao-no-ambito-do-processo-de-insolvencia-analise-juridica-e-tratamento-contabilistico-e-fiscal</link>
<description><![CDATA[Conforme previsto no art.º 46.º, n.º 1 do CIRE (Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas), a massa insolvente destina-se à satisfação dos credores da insolvência, depois de pagas as suas próprias dívidas e, salvo disposição em sentido contrário, abrange todo o património do devedor à data da declaração de insolvência, bem como os bens e direitos que ele adquira na pendência do processo.<br>
Na fase executiva do processo de insolvência, assume particular relevância a fase do pagamento aos credores, que se encontra regulada nos art.ºs 172.º a 184.º do CIRE.<br /><i>Por Maria Helena Pilroto Rodrigues, Marco António Pinto Cerdeira e Patrícia Anjos Azevedo</i> ]]></description>
<category>Gest&#227;o</category>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 17:08:57 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>As CDT e o princ&#237;pio de n&#227;o discrimina&#231;&#227;o-no&#231;&#227;o, breve refer&#234;ncia hist&#243;rica e a rela&#231;&#227;o com o direito fiscal da UE</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1DA.010A/As-CDT-e-o-principio-de-nao-discriminacao-nocao-breve-referencia-historica-e-a-relacao-com-o-direito-fiscal-da-UE</link>
<description><![CDATA[O tema escolhido para este trabalho de investigação, não foi feito por acaso, não é fruto de uma pura simpatia para com as matérias que se aborda, foi sim, escolhido pela sua atualidade e pertinência, pois, as questões de dupla tributação e o Princípio da Não Discriminação são assuntos que estão na ordem do dia e fazem parte da nova realidade com que nos deparamos. As convenções sobre dupla tributação surgem assim como um elemento de importância extrema, visto que são a forma de resolução do problema, na medida em que definem a quem cabe o poder de tributar em situação de dúvida e funcionam também como instrumento de harmonização fiscal de elevada importância. No capítulo I apresenta-se a definição de Convenção Sobre Dupla Tributação, quais os seus objetivos, um breve percurso pela sua história e para finalizar faz-se a contextualização das Convenções Sobre Dupla tributação na realidade portuguesa. No capítulo II aborda-se a questão do Princípio da Não-Discriminação nas convenções sobre dupla tributação, nomeadamente o artigo 24º da Convenção Modelo da OCDE. É também analisado o Princípio da Mão-Discriminação no âmbito do Direito Fiscal Internacional, mais concretamente no Tratado Sobre o Funcionamento da União Europeia, onde o princípio tem um alcance mais amplo do que o que aquele que é dado no artigo 24º da Convenção Modelo da OCDE. Por fim, ainda no capítulo II faz-se referência a uma questão que se revela bastante importante no âmbito do Princípio da Não-Discriminação, a questão na Nação mais favorecida.<br /><i>Por Daniel Maia Guedes e Ana Cecília Cardoso</i> ]]></description>
<category>Fiscalidade\Outros</category>
<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 12:31:44 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>An&#225;lise das rela&#231;&#245;es de causa-efeito no balanced scorecard: estudo emp&#237;rico sobre as empresas portuguesas</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D9.010A/Analise-das-relacoes-de-causa-efeito-no-balanced-scorecard-estudo-empirico-sobre-as-empresas-portuguesas</link>
<description><![CDATA[Sendo um dos elementos essenciais para o sucesso do Balanced Scorecard, as relações de causa-efeito entre as quatro perspetivas são, por vezes, subvalorizadas por académicos e utilizadores. Com o intuito de minorar esta lacuna, a presente dissertação tem por objetivo analisar e testar empiricamente as relações de causa-efeito entre as quatro perspetivas do Balanced Scorecard (i.e., perspetiva financeira, perspetiva dos clientes, perspetiva interna, perspetiva da aprendizagem e crescimento). Admitindo que cada perspetiva pode ser influenciada direta e/ou indiretamente pela hierarquicamente inferior, a análise estende-se a um designado “modelo complexo”. Assim, através de Structural Equation Modeling e path analysis foi possível estudar estas relações aplicadas a empresas portuguesas. Bureau van Dijk-SABI foi a base de dados utilizada para este estudo, onde se obtiveram dados de empresas portuguesas, para o ano de 2016, totalizando uma amostra final de 859 empresas. Os resultados foram obtidos com auxílio do SPSS e do AMOS. Os principais resultados do estudo indicam que, de um modo geral, se verificam as relações de causa-efeito referidas, dada a amostra utilizada, excetuando o impacto que a perspetiva interna teria na perspetiva dos clientes e na perspetiva financeira. De destacar também, a importância que, quer clientes, quer funcionários demonstram ter no desempenho financeiro da organização.<br /><i>Por Elísio Brandão, Samuel Pereira e Ana Sousa</i> ]]></description>
<category>Gest&#227;o</category>
<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 12:11:22 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O regime jur&#237;dico laboral aplic&#225;vel &#224; transmiss&#227;o de empresa ou estabelecimento - a lei n.&#186; 14/2018, de 19 de mar&#231;o</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D8.010A/O-regime-juridico-laboral-aplicavel-a-transmissao-de-empresa-ou-estabelecimento-a-lei-n-14-2018-de-19-de-marco</link>
<description><![CDATA[<img align="right" src="https://rpc.informador.pt//img/?t=autor&amp;k=DF1C3EF5-4539-4B3F-AC9F-3EA47E5970D5" type="image/*" width="100" />O regime jurídico da transmissão da empresa, estabelecimento ou, tão somente, da unidade económica, à luz da Lei n.º 14/2018, de 19 de março, encontra-se previsto nos atuais artigos 285.º a 287.º do Código do Trabalho (CT), os quais regulam a transmissão da posição do empregador e os efeitos associados, da informação e consulta dos representantes dos trabalhadores abrangidos e da representação dos trabalhadores após a transmissão.<br>
Por outras palavras, por um lado, intenta-se proteger a liberdade de iniciativa económica do empresário nos negócios jurídicos que celebra com respeito à sua empresa; por outro, evitar que os trabalhadores sejam afetados na sua posição contratual por efeito da transmissão da empresa ou estabelecimento, mantendo-se as condições dos seus contratos de trabalho anteriormente celebrados.<br>
Cumpre, neste artigo, recordar as principais inovações introduzidas pela Lei n.º 14/2018, de 19 de março, a respeito do referido regime jurídico.<br /><i>Por Sérgio Tomás</i> ]]></description>
<category>Trabalho</category>
<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 10:27:31 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Modelo de scoring - uma abordagem &#224; teoria</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D7.010A/Modelo-de-scoring-uma-abordagem-a-teoria</link>
<description><![CDATA[Este trabalho visa fazer uma apresentação do sistema de crédito e abordamos um dos mecanismos de controlo de cedência do mesmo: O Scoring <br>
Numa época em que a gestão da liquidez é fundamental para garantir o crescimento, gerir da melhor forma concessão de crédito é vital.<br>
No final deste artigo apresentámos uma lista de algumas variáveis que podem influenciar a concessão e a gestão do crédito.<br /><i>Por Sara Filipa Nunes Almeida e Adalmiro Andrade Pereira</i> ]]></description>
<category>Contabilidade\Anal&#237;tica</category>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 17:20:57 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Pre&#231;os de transfer&#234;ncia: revis&#227;o de literatura e an&#225;lise sob o ponto de vista da gest&#227;o e da fiscalidade</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D6.010A/Precos-de-transferencia-revisao-de-literatura-e-analise-sob-o-ponto-de-vista-da-gestao-e-da-fiscalidade</link>
<description><![CDATA[A crescente globalização dos mercados, facilitada pelo surgimento de novas tecnologias de informação, acompanhada por movimentos de liberalização ao nível do investimento e das trocas internacionais, contribuíram para o desenvolvimento do comércio mundial, influenciando a forma de atuação das empresas, surgindo, inclusive, novas formas de constituição de sociedades.<br>
Na atualidade, os principais agentes económicos são as empresas multinacionais, que assumem um papel cada vez mais preponderante ao nível da produção e do comércio mundial. O crescimento do volume de negócios desenvolvidos por estas entidades tem conduzido a um número cada vez maior de operações transfronteiriças não só entre sociedades completamente distintas na sua constituição, mas também por operações realizadas entre empresas do mesmo grupo económico.<br /><i>Por Maria Helena Pilroto Rodrigues, Marco António Pinto Cerdeira e Patrícia Anjos Azevedo</i> ]]></description>
<category>Fiscalidade\Rendimento</category>
<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 16:28:31 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>A aplica&#231;&#227;o do modelo de revaloriza&#231;&#227;o a ativos fixos tang&#237;veis: aspetos contabil&#237;sticos, fiscais e societ&#225;rios</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D5.010A/A-aplicacao-do-modelo-de-revalorizacao-a-ativos-fixos-tangiveis-aspetos-contabilisticos-fiscais-e-societarios</link>
<description><![CDATA[Neste trabalho sintetizam-se os principais aspetos contabilísticos, fiscais e societários inerentes à aplicação do modelo de revalorização a ativos fixos tangíveis, no quadro do Sistema de Normalização Contabilística e da legislação fiscal e societária portuguesas.<br>
A exposição é complementada com um caso prático ilustrativo da relevação contabilística do modelo de revalorização e das suas consequências em matéria de reconhecimento de impostos diferidos.<br /><i>Por Cecília Margarita Rendeiro do Carmo e Inês Marques Santinha</i> ]]></description>
<category>Contabilidade\Financeira</category>
<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 15:58:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Instrumento necess&#225;rio para combater a corrup&#231;&#227;o no Brasil</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D4.010A/Instrumento-necessario-para-combater-a-corrupcao-no-Brasil</link>
<description><![CDATA[<img align="right" src="https://rpc.informador.pt//img/?t=autor&amp;k=5A98A4B7-23F0-4CE8-AAD0-3E0A67778652" type="image/*" width="100" />O Brasil desde sua colonização passou por algumas formas peculiares de administração, passando de uma monarquia estabelecida em Portugal, posteriormente uma monarquia local, até a República, e dentro desta última modalidade, o país passou por dois regimes ditatoriais, independente do estilo de governo, as contas públicas sempre foram alvos de corrupção, utilização de cargos públicos e o aparelho do Estado, para o favorecimento particular. Tanto os regimes ditatoriais, quanto aos períodos tidos como democráticos tiveram um nível de corrupção acentuado, mas no caso das ditaduras, o autoritarismo impedia que investigações fossem realizadas, já no período democrático tivemos a queda de um presidente envolvido com corrupção. Mesmo com todas estas situações a corrupção não se esvaiu ao contrário, se aperfeiçoou e ganhou novos formatos, estes com mais dificuldade de serem detectados. Neste sentido, a auditoria, que é um ramo da contabilidade, assume papel fundamental no combate a este problema estrutural brasileiro, que apensar de ser possível sua identificação desde seus primórdios, ainda hoje acentua as mazelas sociais mais graves da sociedade e é encontrada em todos os níveis sociais, seja na esfera pública ou privada. Para este trabalho utilizamos análise documental como Leis e normatizações, e levantamento bibliográfico para fomentar a discussão em torno da temática. Tendo como objetivo básico, analisar a importância da auditoria na prevenção, identificação e combate da corrupção.<br /><i>Por Edir Vilmar Henig</i> ]]></description>
<category>Economia</category>
<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 14:07:12 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Aplica&#231;&#227;o de um sistema time-driven abc numa empresa do setor alimentar</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D3.010A/Aplicacao-de-um-sistema-time-driven-abc-numa-empresa-do-setor-alimentar</link>
<description><![CDATA[<img align="right" src="https://rpc.informador.pt//img/?t=autor&amp;k=3B4E9F89-D98E-4B81-89FB-076609F6D2CB" type="image/*" width="100" />O presente trabalho tem como objetivo a apresentação do processo de conceção e implementação de um projeto de um sistema de custeio baseado em atividades e tempo, <i>Time-Driven Activity-Based Costing</i> (TDABC), numa empresa industrial do setor alimentar.<br>
Mais especificamente o trabalho desenvolveu-se no apuramento do custo da área de produção da empresa objeto de estudo.<br>
O sistema de custeio (TDABC) representa um modelo alternativo aos sistemas tradicionais da contabilidade de custos, e é uma evolução do método <i>Activity-Based Costing</i> (ABC).<br /><i>Por Manuel António de Oliveira Lemos</i> ]]></description>
<category>Contabilidade\Anal&#237;tica</category>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 12:52:31 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Exit taxes - a problem&#225;tica dos impostos de sa&#237;da, no contexto da tributa&#231;&#227;o por parte do estado da resid&#234;ncia das pessoas singulares e coletivas</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D2.010A/Exit-taxes-a-problematica-dos-impostos-de-saida-no-contexto-da-tributacao-por-parte-do-estado-da-residencia-das-pessoas-singulares-e-coletivas</link>
<description><![CDATA[As “<i>exit taxes</i>” visam tributar a totalidade (ou algumas categorias) do rendimento e de acréscimos de capital acumulado no país de origem, sendo o seu principal objetivo precisamente o de evitar que, quando se dá uma mudança de residência fiscal, o Estado da origem acaba por perder totalmente os seus poderes fiscais sobre esse contribuinte.<br>
Este tipo de tributação surgiu como forma de evitar que, quando se dá uma mudança de residência para efeitos fiscais, o Estado da origem não perca totalmente os seus poderes fiscais sobre o contribuinte em causa.<br /><i>Por Patrícia Anjos Azevedo e Miguel de Antas de Barros</i> ]]></description>
<category>Fiscalidade\Rendimento</category>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 15:59:54 GMT</pubDate>
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<title>Fus&#245;es e aquisi&#231;&#245;es no contexto da globaliza&#231;&#227;o</title>
<link>https://rpc.informador.pt/artigos/E1D1.010A/Fusoes-e-aquisicoes-no-contexto-da-globalizacao</link>
<description><![CDATA[O processo de liberação econômica consistiu na desregulamentação dos mercados locais e nas tendências internacionais, o que possibilitou o surgimento do fenômeno “globalização”.<br>
Esse processo teve como consequência as reestruturações empresariais que consiste na ampliação dos negócios, elevação de competividade, expansão no mercado de atuação, adequações tecnológicas e estratégicas; características implícitas das operações de Fusão e Aquisição (F&A). Entretanto, tudo isso tem exigido renovação nas políticas econômicas e iniciativas no sentido de proporcionar estratégias diferenciadas.<br>
O objetivo deste estudo é abordar o tema F&A, no contexto da globalização, buscando responder a seguinte questão: quais os resultados obtidos no processo de reestruturação/ operação de F&A realizado pela empresa de telecomunicações Oi S/A dentre o ano de sua criação até o ano 2016?. Para tanto, realizou-se uma revisão literária que apresentou conceitos de autores de livros, artigos de revistas científicas e sites, sobre o tema, configurando-se numa pesquisa bibliográfica e descritiva. <br>
O estudo demonstrou que nem sempre os processos de fusão e aquisição são vantajosos para as partes relacionadas, devido às características complexas que envolvem tais operações. Esses fatores podem ser suportados mediante esforços adicionais, principalmente no que tange estudos aprofundados sobre o mercado de atuação, gestão das diferenças culturais e políticas econômicas, vivenciadas pelas sociedades envolvidas.<br /><i>Por Lindiana Mendes, Adalmiro Andrade Pereira, Reigiany Marta da Silva e Eduardo Sá e Silva</i> ]]></description>
<category>Gest&#227;o</category>
<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 15:30:25 GMT</pubDate>
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