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Artigos / Gestão

18.03.2019

Gestão

Liliana Cristina de Almeida Pinto | Manuela Duarte | Manuela Sarmento | Tânia Alves de Jesus

Normalização em ética e em responsabilidade social

Ao longo dos últimos anos a ética adquiriu alguma popularidade e mediatização, no entanto ainda existe determinado desconhecimento dos conceitos e das principais bases em que esta assenta. A ética está presente na vida de todos os seres humanos quando agem, decidem e ponderam sobre o rumo que têm que seguir ou apenas sobre o que devem fazer.
Esta investigação aborda, por um lado, a ética enquanto filosofia moral e aplicada às empresas, a motivação e a inteligência emocional como fatores de sucesso das empresas. Por outro lado, descreve o conceito de Responsabilidade Social das empresas relacionando-o com a teoria das Partes Interessadas. Posteriormente apresenta a normalização em ética e em RS das empresas. Constata-se, por um lado, que as empresas precisam de valores e princípios orientadores das suas ações, sendo fundamental que os gestores, de forma individual, decidam de acordo com esses princípios. Por outro lado, que existem normas de valores éticos e princípios que salvaguardam os interesses das diferentes partes interessadas mas que funcionam apenas como guia de orientação para a integração da RS nas organizações.

17.12.2018

Gestão

Marco António Pinto Cerdeira | Maria Helena Pilroto Rodrigues | Patrícia Anjos Azevedo

O conceito de massa insolvente, as classes de créditos sobre a insolvência e a respetiva reclamação no âmbito do processo de insolvência: análise jurídica e tratamento contabilístico e fiscal

Conforme previsto no art.º 46.º, n.º 1 do CIRE (Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas), a massa insolvente destina-se à satisfação dos credores da insolvência, depois de pagas as suas próprias dívidas e, salvo disposição em sentido contrário, abrange todo o património do devedor à data da declaração de insolvência, bem como os bens e direitos que ele adquira na pendência do processo.
Na fase executiva do processo de insolvência, assume particular relevância a fase do pagamento aos credores, que se encontra regulada nos art.ºs 172.º a 184.º do CIRE.

03.12.2018

Gestão

Ana Sousa | Elísio Brandão | Samuel Pereira

Análise das relações de causa-efeito no balanced scorecard: estudo empírico sobre as empresas portuguesas

Sendo um dos elementos essenciais para o sucesso do Balanced Scorecard, as relações de causa-efeito entre as quatro perspetivas são, por vezes, subvalorizadas por académicos e utilizadores. Com o intuito de minorar esta lacuna, a presente dissertação tem por objetivo analisar e testar empiricamente as relações de causa-efeito entre as quatro perspetivas do Balanced Scorecard (i.e., perspetiva financeira, perspetiva dos clientes, perspetiva interna, perspetiva da aprendizagem e crescimento). Admitindo que cada perspetiva pode ser influenciada direta e/ou indiretamente pela hierarquicamente inferior, a análise estende-se a um designado “modelo complexo”. Assim, através de Structural Equation Modeling e path analysis foi possível estudar estas relações aplicadas a empresas portuguesas. Bureau van Dijk-SABI foi a base de dados utilizada para este estudo, onde se obtiveram dados de empresas portuguesas, para o ano de 2016, totalizando uma amostra final de 859 empresas. Os resultados foram obtidos com auxílio do SPSS e do AMOS. Os principais resultados do estudo indicam que, de um modo geral, se verificam as relações de causa-efeito referidas, dada a amostra utilizada, excetuando o impacto que a perspetiva interna teria na perspetiva dos clientes e na perspetiva financeira. De destacar também, a importância que, quer clientes, quer funcionários demonstram ter no desempenho financeiro da organização.

04.10.2018

Gestão

Adalmiro Andrade Pereira | Eduardo Sá e Silva | Lindiana Mendes | Reigiany Marta da Silva

Fusões e aquisições no contexto da globalização

O processo de liberação econômica consistiu na desregulamentação dos mercados locais e nas tendências internacionais, o que possibilitou o surgimento do fenômeno “globalização”.
Esse processo teve como consequência as reestruturações empresariais que consiste na ampliação dos negócios, elevação de competividade, expansão no mercado de atuação, adequações tecnológicas e estratégicas; características implícitas das operações de Fusão e Aquisição (F&A). Entretanto, tudo isso tem exigido renovação nas políticas econômicas e iniciativas no sentido de proporcionar estratégias diferenciadas.
O objetivo deste estudo é abordar o tema F&A, no contexto da globalização, buscando responder a seguinte questão: quais os resultados obtidos no processo de reestruturação/ operação de F&A realizado pela empresa de telecomunicações Oi S/A dentre o ano de sua criação até o ano 2016?. Para tanto, realizou-se uma revisão literária que apresentou conceitos de autores de livros, artigos de revistas científicas e sites, sobre o tema, configurando-se numa pesquisa bibliográfica e descritiva.
O estudo demonstrou que nem sempre os processos de fusão e aquisição são vantajosos para as partes relacionadas, devido às características complexas que envolvem tais operações. Esses fatores podem ser suportados mediante esforços adicionais, principalmente no que tange estudos aprofundados sobre o mercado de atuação, gestão das diferenças culturais e políticas econômicas, vivenciadas pelas sociedades envolvidas.

10.09.2018

Gestão

Bruno José Machado de Almeida

A cooperação empresarial portuguesa: uma análise empírica das dimensões legal e organizacional

As relações de colaboração entre as empresas são frequentes, situação que impõe a necessidade de enquadramento da problemática legal e organizacional dos diferentes modos – formais ou informais – de cooperação empresarial. Nos consórcios observa-se um amplo espaço para os cooperantes configurarem as suas intenções.
Deste modo, o objetivo deste estudo é pesquisar se o normativo existente em Portugal merece a confiança dos agentes económicos, e se a organização prevista na lei enquadra, de forma equilibrada, todos os interesses dos agentes envolvidos nos consórcios empresariais. Para o efeito, recorremos à elaboração de um questionário, na escala de Likert, cujo conteúdo é constituído por um conjunto de asserções ou afirmações, enviado a um agregado de 25 empresas que já celebraram este tipo de contrato. A análise das respostas foi submetida a um processo estatístico adequado – média, desvio padrão, teste Shapiro-Wilk, Alfa de Cronbach e análise fatorial – e os resultados obtidos permitem afirmar a adequação da moldura legal e organizacional do contrato de consórcio à realidade empresarial portuguesa.

Pesquisa R�pida
Autores

Maria do Rosário Anjos

- Docente Universitária: professora auxiliar na Universidade Lusófona do Porto e no IPMAIA - Instituto Politécnico da Maia.
- Advogada (desde 1991) e sócia fundadora da Anjos, Martins& Associados, Sociedade de Advogados RL, com sede na Rua Pedro Homem de Mello, Nº 55 - 5º - salas 503-504 - 4150-599 PORTO.
- Docente do Ensino Superior (desde 1992), nas áreas de direito Público, com destaque para o Direito Fiscal, Administrativo e Concorrência (Europeu).
- Licenciada em Direito pela Universidade Católica Portuguesa - Porto (1989)
- Pós-Graduada em Estudos Europeus pela Universidade Católica do Porto (1992).
- Mestre em Administração Pública pela Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho (1998).
- Doutorada em Direito Público Especial (Administrativo Europeu) pela Faculdade de Direito da Universidade da Corunha (2011)
- Formadora convidada do INA - Instituto Nacional de Administração (2003 - 2011) e de outras entidades públicas e privadas.
- Juiz Árbitro do CAAD - Centro de Arbitragem Administrativa e Tributária (desde 2011), em arbitragem administrativa e tributária
- É formadora do Centro de Estágio da Ordem dos Advogados, no Porto, desde 2011.
- É investigadora nas seguintes Unidades de Investigação:
- IJP - Instituto Jurídico Portucalense
- I2J - Instituto jurídico da Universidade Lusófona do Porto
- UICCC - Unidade de Investigação em Ciências Sociais e Criminologia
- Centro de Investigación en Derecho Público Global (Universidade da Cooruña)

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