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Artigos / Toda a matéria

27.09.2018

Contabilidade | Financeira

Liliana Cristina de Almeida Pinto | Manuela Duarte | Manuela Sarmento | Tânia Alves de Jesus

Relação entre o desempenho financeiro e a responsabilidade social das empresas

O crescimento das economias e a globalização dos mercados financeiros não foram suficientes para impedir que a crise financeira e económica se propagasse a nível mundial no início do século. Se sociedade e a empresa são entidades inter-relacionadas em que existe entre ambas dependência mútua, a empresa representa uma entidade económica e social que tem mais responsabilidades além da criação de riqueza, ou seja, a empresa é um centro de responsabilidades económicas, legais, éticas e filantrópicas. O objetivo desta investigação é analisar se a divulgação de informação sobre o Ética e RS, das empresas cotadas na Euronex Lisboa, por setor de atividade, se relaciona com variáveis contabilísticas, nos períodos económicos entre 2008 e 2012. Verifica-se que as empresas podem ter uma elevada divulgação sobre ética e RS e não serem lucrativas e que nos sectores onde se divulga mais informação sobre ética e RS são as empresas que apresentam valores de ativos maiores.

10.09.2018

Gestão

Bruno José Machado de Almeida

A cooperação empresarial portuguesa: uma análise empírica das dimensões legal e organizacional

As relações de colaboração entre as empresas são frequentes, situação que impõe a necessidade de enquadramento da problemática legal e organizacional dos diferentes modos – formais ou informais – de cooperação empresarial. Nos consórcios observa-se um amplo espaço para os cooperantes configurarem as suas intenções.
Deste modo, o objetivo deste estudo é pesquisar se o normativo existente em Portugal merece a confiança dos agentes económicos, e se a organização prevista na lei enquadra, de forma equilibrada, todos os interesses dos agentes envolvidos nos consórcios empresariais. Para o efeito, recorremos à elaboração de um questionário, na escala de Likert, cujo conteúdo é constituído por um conjunto de asserções ou afirmações, enviado a um agregado de 25 empresas que já celebraram este tipo de contrato. A análise das respostas foi submetida a um processo estatístico adequado – média, desvio padrão, teste Shapiro-Wilk, Alfa de Cronbach e análise fatorial – e os resultados obtidos permitem afirmar a adequação da moldura legal e organizacional do contrato de consórcio à realidade empresarial portuguesa.

09.08.2018

Contabilidade | Financeira

Fábio de Albuquerque | Pedro Amado

Uma revisão de literatura sobre as práticas de relato por segmentos

A importância do relato por segmentos para o exterior encontra-se patente nos diversos estudos publicados ao longo dos últimos anos, pelo menos desde que se tornou obrigatório para as entidades norte-americanas. Através da revisão de literatura como método de pesquisa, este artigo analisa os estudos realizados no âmbito das práticas de relato por segmentos e/ou ao impacto e eficácia de normas contabilísticas sobre o relato por segmentos à luz do normativo contabilístico e de relato financeiro internacional de referência sobre o tema, incluindo a análise dos impactos no âmbito da transição de normativos. Os resultados identificam uma incerteza em torno de mudanças substanciais nas práticas de relato por segmentos para o exterior promovidas pelo normativo em vigor e, consequentemente, se o mesmo tem a capacidade de apresentar potenciais benefícios de informação para os utilizadores das demonstrações financeiras, nomeadamente em termos de informação geográfica.

29.06.2018

Fiscalidade | Outros

Patrícia Anjos Azevedo

Análise das vicissitudes que se colocam em relação aos sujeitos passivos da relação jurídica tributária

A relação jurídica fiscal pode ser definida como uma relação de natureza obrigacional ou creditícia, que nasce por força do encontro do facto tributário com a lei, visando a obtenção de receitas.
Neste contexto, verifica-se que a obrigação de pagamento do imposto é independente de qualquer outro vínculo jurídico, sendo ainda que não se cria aqui qualquer obrigação específica para o sujeito ativo, já que o sujeito passivo não poderá exigir nenhuma contrapartida específica, concreta e individualizada, a seu favor, em virtude do pagamento do imposto (esta ideia prende-se com a unilateralidade do imposto).

21.05.2018

Finanças

Carlos Oliveira Cruz | Joaquim Miranda Sarmento

O custo do financiamento de projetos de autoestradas

As Parcerias público-privadas (PPPs) estão entre os mecanismos mais utilizados para a construção, operação e financiamento de projetos de autoestradas. As PPPs implicam um custo de capital mais elevado, que, segundo a teoria económica das PPPs, é recuperado através de uma maior eficiência de gestão de operações, contribuindo, em tese, para uma avaliação custo-benefício positiva. Este artigo analisa os custos de financiamento de projetos rodoviários, particularmente os spreads de empréstimos de projetos de financiamento. Este artigo, usando um conjunto de dados sobre 20 projetos de PPPs no sector rodoviário em Portugal, com um total de 63 empréstimos, obtidos entre 1990 e 2010, procura identificar quais as variáveis relacionadas com o projeto, com o empréstimo, e com contexto macroeconómico, que têm um maior impacto nos spreads.

Pesquisa R�pida
Autores

Sara Isabel Oliveira Duarte

Licenciada em Contabilidade pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro (ISCA-UA) e Mestranda em Contabilidade – Ramo Fiscalidade no ISCA-UA

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