A Revista \ Sobre
Sobre a RPC...A Revista Portuguesa de Contabilidade (RPC) é a sucessora da Revista de Contabilidade e Comércio (RCC), fundada por José Henriques Garcia e que se publicou entre1933 e 2011. Este é o mais importante órgão de informação técnica na área da contabilidade em Portugal, onde reconhecidos especialistas assinam artigos sobre Contabilidade, Comércio, Fiscalidade ou Direito. A direção desta prestigiada publicação é assegurada pelo Sr. Prof. Hernâni O. Carqueja, último diretor da Revista de Contabilidade e Comércio e figura insigne do estudo da contabilidade em Portugal.
No seu formato impresso, é uma publicação trimestral passível de subscrição anual (quatro números) ou de compra isolada. Com o objetivo de alargar o seu âmbito e projetar a publicação para o futuro, o novo portal da Revista Portuguesa de Contabilidade transpõe para o universo digital os conteúdos até agora só publicados em formato impresso. Desta forma, a RPC transpõe as barreiras geográficas e materiais, tornando-se acessível em qualquer lugar através de qualquer dispositivo capaz de navegar na internet. Também assim, um maior número de especialistas pode agora integrar o grupo de autores, tanto na edição digital como na publicação impressa.
Para além dos artigos publicados no portal, as edições impressas da Revista Portuguesa de Contabilidade e da Revista de Contabilidade e Comércio estão também disponíveis para consulta em formato digital (PDF), para subscritores.
Modalidades de subscriçãoA subscrição da Revista Portuguesa de Contabilidade encontra-se disponível em duas modalidades:
Revista Portuguesa de Contabilidade 18.03.2019 Liliana Cristina de Almeida Pinto | Manuela Duarte | Manuela Sarmento | Tânia Alves de Jesus Normalização em ética e em responsabilidade social Ao longo dos últimos anos a ética adquiriu alguma popularidade e mediatização, no entanto ainda existe determinado desconhecimento dos conceitos e das principais bases em que esta assenta. A ética está presente na vida de todos os seres humanos quando agem, decidem e ponderam sobre o rumo que têm que seguir ou apenas sobre o que devem fazer. 11.03.2019 A economia digital: o enquadramento, os problemas e os desafios que se colocam aos sistemas fiscais No século XXI assiste-se ao desenvolvimento da economia digital e ao crescimento exponencial dos lucros gerados por algumas empresas digitais, o que em conjunto com vários problemas que se colocam na definição da base tributária dos bens digitais, da qual vem resultando a erosão tributária e a utilização de modelos de deslocalização dos lucros das sociedades da economia digital, resultou num apelo para a atualização do sistema fiscal internacional aplicável à economia digital. A tarefa não se apresenta de fácil equação, encerrando vários problemas e desafios, tendo em consideração que a falta de consenso multilateral torna pouco viável a adoção de soluções unilaterais de tributação da economia digital. Nesse âmbito, existe o risco de aumentar desmesuradamente a carga fiscal sobre as empresas. Assim, no presente artigo desenvolve-se as linhas a seguir para a tributação da economia digital, nomeadamente, por via da tributação da recolha de dados pessoais, em que se analisa a criação de um imposto específico unitário. Seguidamente, analisam-se os efeitos económicos potenciais da tributação sobre a economia digital, bem como os efeitos ao nível da privacidade e da concorrência, quer entre plataformas digitais, quer no âmbito da concorrência internacional. Daqui se concluirá pela necessidade de definir as características da atividade digital, com vista a concetualizar a criação de valor e a função de produção de serviços, nomeadamente, no mercado de dados pessoais. No que respeita aos efeitos económico concluiremos pela necessidade de implementação de um sistema fiscal específico para a economia digital, com fundamento no princípio da justiça, mas sempre ancorado no estudo e aplicação cuidadosa de soluções, para evitar danos colaterais ao nível da redução da atividade económica e do investimento estratégico. 01.03.2019 O regime jurídico das férias - análise à lupa A análise ao regime jurídico das férias é retratada neste artigo com o intuito de procurar desmitificar zonas legislativas cinzentas, acrescentando pontos doutrinais sobre questões que nos parecem omissas. 22.02.2019 Ana Cecília Cardoso | Daniel Maia Guedes Este artigo apresenta uma abordagem teórica da problemática da manipulação contabilística em Portugal, destacando alguns dos principais mecanismos que as empresas têm ao dispor para o fazerem. Adicionalmente, destacam-se também as motivações das pequenas e médias empresas portuguesas para procederem à manipulação contabilística sendo que estas podem ter efeitos contrários. Se, por um lado, as empresas tendem a despoletar mecanismos para reduzir os seus resultados com vista a minimizar o imposto sobre o rendimento a pagar, por outro lado, nos casos em que exista uma dependência considerável de financiamento das instituições financeiras, as empresas têm incentivo a apresentar bons resultados para terem acesso ao financiamento a custos mais baixos e nas quantidades que necessitam. 19.02.2019 Florbela Teixeira | Patrícia Anjos Azevedo A questão a analisar no presente contributo prende-se com a incidência do Imposto do Selo (IS) nas garantias das obrigações, nomeadamente na hipoteca e no penhor, no âmbito da ação executiva, embora com mais incidência sobre a primeira, face à conversão da penhora, realizado que se mostre o acordo de pagamento pelas partes. |
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Autores
Joaquim Eduardo Pinto Ribeiro Licenciado em Contabilidade e Administração pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, ramo de Auditoria Newsletters
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